Processo de investimento

Como pensamos risco

Nosso processo lê o regime de mercado continuamente (liquidez, crédito, política monetária, posicionamento de mercado, entre outros) e traduz essa leitura numa nota que dimensiona a exposição da carteira. Em Risk ON, a carteira fica comprada e balanceada entre regiões e classes; em Risk OFF, a exposição cai e, em cenários claramente baixistas, entram posições vendidas. Seguimos um rigoroso processo de tomada de decisão que utiliza dados e informações de diversas fontes ao redor do mundo até chegarmos ao nosso portfólio ideal, num ciclo constante de coleta de informações, análise e construção do portfólio.

Rota de decisão

01

Leitura de regimes de risco

Modelo proprietário para identificar regimes de risco.

02

Orçamento de risco

Budget de risco publicado, stop obrigatório, ciclos curtos.

03

Execução

Mercados globais líquidos, CDI como referência.

Como fazemos

Um processo proprietário que lê o regime de mercado

1
Painel de Indicadores

Painel de Indicadores

Liquidez, crédito, política monetária, posicionamento e técnica de mercado, consolidados numa nota contínua para os regimes de risco.

2
Gradual, não binário

Dimensionamos a posição do fundo de acordo com o cenário

A leitura de regime define exposição bruta e direção do portfólio, gradualmente.

3
1–3 meses

Ciclos curtos

Horizonte curto significa baixo custo de sair, reavaliar e remontar.

Exposição bruta por regime

Risk ON
Carteira comprada, balanceada entre regiões e classes.
Risk OFF
Exposição reduzida, mas ainda levemente comprado.
Cenário de Crise
Posições vendidas para lucrar com a queda.

A estratégia opera nos mercados mais líquidos do planeta (índices, moedas G10, metais, juros e cripto via futuros e ETFs), o que significa que o processo não depende de uma ineficiência estreita que se esgota conforme o fundo cresce.

Cultura de risco

Protegemos o capital do cotista, com regras por escrito

Orçamento de risco vs. resultado (janela de 12 meses)

Cada faixa de resultado sobre o CDI comprime o limite de exposição permitido. O fundo só pode tomar posições mais arriscadas depois que o resultado já se consolidou.

  • 100% do limite máximo de exposição

    Resultado ≥ 100% do CDI na janela de 12 meses

  • 70% do limite máximo de exposição

    Abaixo de 100% do CDI na janela de 12 meses

  • 60% do limite máximo de exposição

    Abaixo de 50% do CDI na janela de 12 meses

  • 50% do limite máximo de exposição

    Resultado negativo na janela de 12 meses

Perdas incorridas pelo fundo levam à redução imediata dos limites de exposição. O objetivo é proteger o capital dos cotistas, restringindo a atuação do gestor assim que o resultado começa a recuar. Esse limite de perda é deliberadamente baixo, um padrão de rigor pouco comum no mercado de fundos e um dos principais diferenciais da Atol.

Gatilhos de compressão de exposição

Gatilhos sobre o resultado da cota atual comparado com o melhor momento da média móvel de 10 dias comprimem limites de exposição para 50% da tabela em até dois dias, sem exceções.

Resultado compra orçamento de risco

Os limites de exposição seguem a tabela à esquerda, de acordo com o resultado acumulado na janela móvel de 12 meses.

Perda máxima tolerada

Somando gatilhos de compressão, defasagem de cálculo e reposições de orçamento, o arcabouço define um limite máximo de perda tolerada abaixo do melhor momento dos últimos 10 dias, documentado na nossa Política de Risco.

Restabelecimento do orçamento de risco

No máximo 3 recomposições de orçamento por ano; a partir da 4ª, só com deliberação do Comitê, registrada em ata. Além do limite anual, existe um gatilho de longo prazo: se a perda acumulada desde o maior valor histórico do fundo chegar a 10%, o Comitê é convocado automaticamente.

Regras integrais na Política de Risco v1.0.