Processo de investimento
Como pensamos risco
Nosso processo lê o regime de mercado continuamente (liquidez, crédito, política monetária, posicionamento de mercado, entre outros) e traduz essa leitura numa nota que dimensiona a exposição da carteira. Em Risk ON, a carteira fica comprada e balanceada entre regiões e classes; em Risk OFF, a exposição cai e, em cenários claramente baixistas, entram posições vendidas. Seguimos um rigoroso processo de tomada de decisão que utiliza dados e informações de diversas fontes ao redor do mundo até chegarmos ao nosso portfólio ideal, num ciclo constante de coleta de informações, análise e construção do portfólio.
Rota de decisão
Leitura de regimes de risco
Modelo proprietário para identificar regimes de risco.
Orçamento de risco
Budget de risco publicado, stop obrigatório, ciclos curtos.
Execução
Mercados globais líquidos, CDI como referência.
Como fazemos
Um processo proprietário que lê o regime de mercado
Painel de Indicadores
Liquidez, crédito, política monetária, posicionamento e técnica de mercado, consolidados numa nota contínua para os regimes de risco.
Dimensionamos a posição do fundo de acordo com o cenário
A leitura de regime define exposição bruta e direção do portfólio, gradualmente.
Ciclos curtos
Horizonte curto significa baixo custo de sair, reavaliar e remontar.
Exposição bruta por regime
A estratégia opera nos mercados mais líquidos do planeta (índices, moedas G10, metais, juros e cripto via futuros e ETFs), o que significa que o processo não depende de uma ineficiência estreita que se esgota conforme o fundo cresce.
Cultura de risco
Protegemos o capital do cotista, com regras por escrito
Orçamento de risco vs. resultado (janela de 12 meses)
Cada faixa de resultado sobre o CDI comprime o limite de exposição permitido. O fundo só pode tomar posições mais arriscadas depois que o resultado já se consolidou.
100% do limite máximo de exposição
Resultado ≥ 100% do CDI na janela de 12 meses
70% do limite máximo de exposição
Abaixo de 100% do CDI na janela de 12 meses
60% do limite máximo de exposição
Abaixo de 50% do CDI na janela de 12 meses
50% do limite máximo de exposição
Resultado negativo na janela de 12 meses
Perdas incorridas pelo fundo levam à redução imediata dos limites de exposição. O objetivo é proteger o capital dos cotistas, restringindo a atuação do gestor assim que o resultado começa a recuar. Esse limite de perda é deliberadamente baixo, um padrão de rigor pouco comum no mercado de fundos e um dos principais diferenciais da Atol.
Gatilhos de compressão de exposição
Gatilhos sobre o resultado da cota atual comparado com o melhor momento da média móvel de 10 dias comprimem limites de exposição para 50% da tabela em até dois dias, sem exceções.
Resultado compra orçamento de risco
Os limites de exposição seguem a tabela à esquerda, de acordo com o resultado acumulado na janela móvel de 12 meses.
Perda máxima tolerada
Somando gatilhos de compressão, defasagem de cálculo e reposições de orçamento, o arcabouço define um limite máximo de perda tolerada abaixo do melhor momento dos últimos 10 dias, documentado na nossa Política de Risco.
Restabelecimento do orçamento de risco
No máximo 3 recomposições de orçamento por ano; a partir da 4ª, só com deliberação do Comitê, registrada em ata. Além do limite anual, existe um gatilho de longo prazo: se a perda acumulada desde o maior valor histórico do fundo chegar a 10%, o Comitê é convocado automaticamente.
Regras integrais na Política de Risco v1.0.